Pipo Saúde · Mapa mental

Check-up · proposta de automação (em avaliação)

PROPOSTA DE AUTOMAÇÃO, em avaliação, ainda não implementada

Versão 5 da proposta, ajustes enviados pela Dra Leticia Defilippo (17/09/2026): sintomas agudo/não agudo deixam de ser diferenciados. Ainda não é o fluxo em uso, ver o fluxo atual no mapa mental oficial do protocolo de check-up.

Resumo: o que vai para cada desfecho

Automação (via Memed)

  • Membros acima de 2 anos que não tenham queixas e não tenham comorbidades e solicitem o check-up.
  • No contexto de automação, o pedido sai sem passar pela médica.

Interconsulta médica

  • Pedidos de check-up de membros acima de 2 anos, com ou sem queixa, com ou sem comorbidade, a qualquer idade.
  • Houve alteração em exame anterior: a médica reavalia só o item alterado.
  • Depois da teleconsulta de enfermagem, ou quando o membro com queixa prefere seguir com o check-up e falar no retorno dos exames.
  • Dúvida da enfermagem sobre rastreio raro: vai sempre para interconsulta.

Teleconsulta de enfermagem (30 min)

  • Só membros com queixa que desejem conversar naquele momento, é opção do membro, que pode recusar.
  • Pedido com menos de 1 ano, sem alteração no exame, e o membro responde que tem sintomas: vai direto, sem triagem antes.
  • Sempre 30 min, independente do tempo do sintoma. Idade e comorbidade não mandam para a teleconsulta.

Fora dos três: pedido com menos de 1 ano, sem alteração e sem sintomas encerra com a mensagem automática (aguardar o prazo de 1 ano).

Pendente: comorbidade na automação

Na reunião de 07/10/2026 a automação foi descrita como "sem queixa e sem comorbidade", mas o protocolo vigente diz que comorbidade não bloqueia. Falta Leticia Defilippo confirmar qual vale.

Retorno de exames: desfechos

Teleconsulta médica

  • Exames alterados ou exame de imagem.
  • Exames normais, quando o membro deseja conversar com a médica (opção dele).

Acolhimento pelo enfermeiro da teletriagem

  • Exames laboratoriais normais, sem exame de imagem: o enfermeiro avalia e encaminha, com o documento de devolutiva.

Combinado em reunião (07/10/2026).

Entrada

Membro preenche novo formulário + QMS na área do membro
Estratificação de risco (automática)Sistema aplica as mesmas regras do protocolo vigente: exame <1 ano + alteração, sintomas (sem diferenciar agudo × não agudo)
BAIXO RISCO
Sem alteração recente, sem sintomas, comorbidade da lista padrão não bloqueia
Sistema define pacote de examesRegra clínica pré-definida + acréscimos por perfil (vegano, trans, bariátrica, faixa etária/sexo elegível)
Guia gerada e assinada automaticamente(via Memed), Certificado ICP-Brasil
Guia + sugestão de rede credenciadaLiberadas direto na plataforma para o membro
RISCO IDENTIFICADO
Alteração em exame recente, ou qualquer sintoma
ALTERAÇÃO EM EXAME RECENTE
Interconsulta médica diretaEncaminha para avaliação humana, sem teleconsulta
Guia emitida da forma tradicionalNão automatizada
SINTOMAS (sem diferenciar agudo × não agudo)
Deseja passar por teleconsulta com a enfermagem?
SIM
Teleconsulta de enfermagem30 min, independente do tempo de duração do sintoma
Interconsulta médica
Guia emitida da forma tradicionalNão automatizada
NÃO
Segue para o fluxo de guia automáticaRetorna como baixo risco, pacote padronizado + guia via Memed

Saída

Membro recebe a guia (automática ou manual) e segue para realização dos exames / agendamento na rede
Decisão (automática) Teleconsulta de enfermagem Interconsulta médica Etapa 100% automatizada (via Memed) Emissão não automatizada

O que muda em relação ao protocolo vigente

O critério de risco (sintomas, exame alterado recente) é o mesmo, não diferenciamos mais agudo × não agudo, nem aqui nem no protocolo manual. O que muda é que o caminho de baixo risco deixa de depender de um humano para gerar e assinar a guia. Dentro do caminho de risco identificado, o sistema já identifica automaticamente o motivo e encaminha direto: exame alterado vai para Interconsulta médica direta (sem tele); sintomas passam a oferecer ao membro a opção de recusar a teleconsulta, se recusar, o caso retorna como baixo risco e segue o fluxo automático. Essa opção de recusa já é a política vigente hoje, para qualquer sintoma, não é mais uma mudança de critério exclusiva da automação.

Pendente e para o futuro

Plataforma: hoje a plataforma bloqueia o check-up quando o membro marca queixa e exige agendamento, será preciso incluir a opção de passar ou não por teleconsulta. Leticia Defilippo quer também que, no futuro, mesmo com alteração em exame recente a emissão seja automática (a alinhar com dados e tecnologia).

Prazo: o questionário atual do check-up já está no ar e o time de tecnologia está apertado, por enquanto só dá para mudar pouca coisa, e o membro com queixa continua indo para teleconsulta. Este fluxo novo não entra tão cedo; quando houver abertura para mexer, vale pedir os ajustes de uma vez. Conversa com o time de desenvolvimento: assim que o protocolo estiver fechado, para passar essas alterações.

Contexto da proposta

Por que essa mudança está sendo avaliada

Hoje a emissão da guia é 100% manual (dependente de médico em horário comercial), o que limita a escala: pedidos feitos de sexta 18h a domingo têm a mediana de resolução saltando de ~1,7h para ~43h, só por falta de cobertura no fim de semana. Automatizar a emissão para o público de baixo risco é o caminho para atingir eficiência e melhor experiência do membro.

Volume atual de referência (Metabase, jun–set/2026)

Nas últimas ~11 semanas, o check-up somou 1.974 tickets no total (85,97% via Área do Membro, 12,41% WhatsApp, 1,62% outros canais).